Mais de 50 anos após o lançamento do clássico de Riyoko Ikeda, “Rosa de Versalhes” estreia como filme na Netflix em 30 de abril. A adaptação retrata romances e destinos entrelaçados durante a Revolução Francesa, trazendo à vida o mundo de Oscar — uma mulher criada como homem por um distinto general. No cenário próspero do fim do século XVIII, os personagens enfrentam seus destinos com graça e elegância, apesar de serem arrastados pelos tempos. Em tempos de restrições, Oscar desafia os limites sociais de status e gênero. Com coragem, escolhe seu próprio caminho e mergulha na Revolução Francesa. Seu estilo de vida conquistou a admiração e empatia de muitas jovens.
Desde sua estreia na revista Weekly Margaret em 1972, o mangá de Riyoko Ikeda conquistou leitores e vendeu mais de 20 milhões de cópias. A obra gerou um fenômeno cultural no Japão, inspirando adaptações para o teatro pela companhia Takarazuka Revue e uma série de anime. Reconhecida como um marco no mangá shoujo. Ikeda se inspirou no ator sueco Björn Andrésen para criar a aparência de Oscar. O ator conquistou grande popularidade no Japão nos anos 1970 após estrar o filme “Morte em Veneza”.
Agora, essa história ganha nova vida no cinema, com direção de Ai Yoshimura (“Ao Haru Ride”) e roteiro de Tomoko Komparu (“Kimi ni Todoke”). Mariko Oka (“First Love Monster”) assina os designs dos personagens, enquanto Hiroyuki Sawano (“Attack on Titan”) e KOHTA YAMAMOTO (“Ooku: The Inner Chambers”) cuidam da trilha sonora. A produção é do estúdio MAPPA (Jujutsu Kaisen). A cantora Ayaka empresta sua poderosa voz à canção-tema “Versailles”, composta especialmente para o filme. Já Hitomi Kuroki, ex-integrante da Takarazuka Revue e grande fã de “Rosa de Versalhes”, é a narradora da história.
Sinopse: “Oscar François de Jarjayes, uma linda mulher que se veste com trajes masculinos, foi criada como um menino por um distinto general. Marie Antoineta chega da vizinha Áustria como noiva, destinada a se tornar uma rainha nobre e graciosa. André Grandier é servo e amigo de infância de Oscar. Enquanto isso, Hans Axel von Fersen é um conde sueco charmoso e inteligente. Reunidos em Versalhes, França, no próspero final do século XVIII, eles abraçam seus destinos com graça e beleza, apesar de serem levados pelos tempos.”