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Ainda Estou Aqui conquista prêmio de Melhor Filme Ibero-Americano no Chile

Ainda Estou Aqui onquistou mais um prêmio neste sábado (27/9), reforçando sua trajetória de sucesso. Vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional de 2025, o longa de Walter Salles recebeu o Prêmio Lihuén de Melhor Filme Ibero-Americano, concedido pela primeira vez pela Academia de Artes Cinematográficas do Chile.

Em comunicado oficial, Walter Salles celebrou o trabalho do que chamou de “família de Ainda Estou Aqui”. Ele ressaltou a admiração da equipe pelo cinema chileno. Ele destacou também como o país abordou questões como memória e resistência.

“O Chile viveu uma das ditaduras mais violentas da América Latina e conseguiu processar mais de 1.500 militares envolvidos em torturas e assassinatos. A Justiça chilena determinou que a Lei da Anistia não se aplicava a crimes contra a humanidade, o que foi exemplar. Além disso, instituições como o Museu da Memória e dos Direitos Humanos simbolizam a importância de combater o esquecimento. Por tudo isso, este reconhecimento tem um peso muito especial para o nosso filme”, afirmou o cineasta.

Vale destacar que este é o 66º prêmio concedido ao loga de Walter Salles. O diretor não compareceu à cerimônia, mas se fez presente através da produtora Maria Carlota Bruno, que estava presencialmente no Centro Cultural Gabriela Mistral, em Santiago. Ela enfatizou a relevância de Ainda Estou Aqui ser premiado na primeira edição que distingue obras faladas em português e espanhol. “Descobri que Lihuén significa ‘luz’ em mapuche. Que bonito que Ainda Estou Aqui receba um prêmio com esse nome, pois o filme busca iluminar a história de Eunice Paiva e sua família, e, através dela, a de tantas famílias que sofreram na ditadura. Que essa luz nos acompanhe sempre, para seguir contando e compartilhando nossas histórias”, complementou Maria Carlota.

Ainda Estou Aqui

Sobre o longa

O filme acompanha a história de Eunice Paiva, interpretada por Fernanda Torres (vencedora do Globo de Ouro e indicada ao Oscar de Melhor Atriz), e sua família durante a ditadura militar brasileira. Ao longo da narrativa, Eunice enfrenta injustiças e desafios pessoais enquanto busca a verdade sobre os crimes cometidos contra seu povo. Com uma abordagem sensível e intensa, o longa mostra como memória, resistência e luta por justiça moldam a vida de milhares de brasileiros naquele período, destacando a coragem de famílias que não se deixaram silenciar.

O longa chegou ao catálogo da Globoplay em abril.

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