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China aposta em “Dead to Rights” para disputar o Oscar 2025

A China escolheu Dead to Rights como seu representante oficial no Oscar 2025, na categoria de Melhor Filme Internacional. A produção coloca em cena os horrores do Massacre de Nanquim, de 1937, e não economiza no impacto visual e emocional. Dirigido por Shen Ao, o filme transformou polêmica, dor histórica e patriotismo em puro combustível para as bilheterias.

O longa acompanha Ah Chang (Liu Haoran), um carteiro que assume a identidade de fotógrafo em um estúdio controlado pelos japoneses. Enquanto mantém a fachada, ele abriga civis e soldados chineses, além de duplicar secretamente fotos que documentam atrocidades. A cada clique da câmera, dilemas éticos, o risco constante e o peso da resistência em meio ao terror.

Um sucesso nas bilheterias

Lançado em 25 de julho, o filme foi um sucesso nas bilheterias. Só no primeiro fim de semana, faturou US$ 57,2 milhões. O total já passa de US$ 417 milhões.

Não é segredo que a China vem investindo pesado em narrativas históricas de grande escala para o Oscar. Esqueça os dramas intimistas que encantavam críticos no passado. Agora, o foco é em obras que misturam identidade nacional, espetáculo visual com um recado político bem direto.

Desde 1979, o país enviou 39 filmes para concorrer ao prêmio. Só dois chegaram à indicação: Ju Dou (1990) e Hero (2002), ambos de Zhang Yimou. Será que Dead to Rights finalmente quebra essa escrita ou será mais um capítulo na lista de “quase lá”?

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