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Começam as filmagens do novo longa nacional: “Carolina – Quarto de Despejo”

Mais uma produção nacional está no forno, a preparação da vez é do clássico da literatura negra e brasileira “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”, de Carolina Maria de Jesus. O longa entra na fase de filmagens em novembro de 2025 pelo estúdio Quanta Rio (Rio de Janeiro-RJ), mas ainda não foi divulgado a possível data de estreia.

O filme tem o título provisório de “Carolina – Quarto de Despejo” e conta com o diretor Jeferson De, responsável por “Malês” de 2025, “Doutor Gama” de 2021, “Bróder” de 2010. A produção será feita sob parceria da Move Maria, Raccord Produções e Buda Filmes com coprodução da Globo Filmes. O roteiro ficou a cargo de Maíra Oliveira, já a produção é de Clélia Bessa e da atriz Maria Gal, que viverá a protagonista.

O elenco também conta com Raphael Logam, Clayton Nascimento, Liza Del Dala, Carla Cristina, Ju Colombo, Jack Berraquero, Fabio Assunção, Alan Rocha, Thawan Lucas e outros nomes, de acordo com a Revista Raça. Em consonância com o projeto cinematográfico, a história da autora será o enredo da Unidos da Tijuca para o Carnaval de 2026.

O filme retratará o cotidiano autobiográfico da escritora na favela do Canindé, em São Paulo, durante a segunda metade da década de 50. Carolina Maria de Jesus foi uma mulher negra e favelada, que mal completou o Ensino Fundamental, mas que usou da escrita como portal para suas memórias, lutas, angústias e resistência. Sua obra “Quarto de Despejo: diário de uma favelada” já foi traduzida para 13 idiomas, tornando ela a primeira escritora negra brasileira a conquistar reconhecimento internacional.

O Diário que foi Publicado

O livro reproduz o diário de Carolina Maria de Jesus, narrando o seu cotidiano em uma comunidade pobre da cidade de São Paulo, a antiga Favela do Canindé, desocupada para construção da Marginal Tietê, em 1961. No diário, é descrito suas vivências entre 1955 e 1960, no qual a autora relatou o sofrimento, as angústias e a fome dos habitantes da comunidade. Carolina se sustentava recolhendo papel nas ruas e, quando não conseguia papel, ela e seus filhos não comiam.

O livro tem como atual casa editorial a Ática. Além de “Quarto de Despejo”, a autora ainda escreveu “Casa de Alvenaria: Diário de uma ex-favelada” (1961), “Pedaços de Fome” (1963) e “Provérbios” (1965). Após a sua morte, foram publicados outros 9 volumes por diferentes editoras brasileiras.

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