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“Marty Supreme” chega aos cinemas brasileros como indicado ao Oscar

O aguardado Marty Supreme chega aos cinemas brasileiros hoje, 22 de janeiro, pronto para impressionar. O longa, já indicado ao Oscar, tem se destacado na temporada de premiações. Enquanto Timothée Chalamet conquista sua própria indicação a Melhor Ator, mostrando ao mundo um outro lado de sua interpretação no que foi chamado de “a atuação de sua vida”.

Timothée Chalamet é a cara do momento em Hollywood. Com o jeito de menino e carinha de bom moço, tem feito sucesso em papéis de protagonistas certinhos. Chegou a hora de encarar o desafio e dar vida a um protagonista com aspectos morais questionáveis. Em Marty Supreme, o ator vive um jovem que sonha em se tornar um vencedor no tênis de mesa, mas para isso, o aspirante a estrela do esporte não hesita em passar por cima de qualquer um.

O ponto que enriquece a trama é o fato de, em nenhum momento, o roteiro se furtar a mostrar o protagonista como uma pessoa de moral questionável. Na relação com a mãe, com o tio ou com a amiga de infância, ele é frio e manipulador. Outro aspecto que diferencia Marty é o tom arrogante do rapaz, muito diferente do perfil de coitadinho que costumamos ver em filmes de esportes.

É verdade que no começo o espectador pode ficar com a impressão de estar assistindo a mais uma versão da jornada do herói, mas logo a sensação passa. Nesse ponto, a narrativa se distancia do ambiente do tênis de mesa. A vida precária do personagem principal e seus atos impensados começam a cobrar o preço e as chances do rapaz de se tornar um grande esportista escorrem pelos dedos.

Nesse contexto, se desenrolam algumas situações até absurdas se considerarmos que os acontecimentos são inspirados em uma autobiografia. Nessa sequência de desaventuras quem brilha é a experiente Gwyneth Paltrow, vivendo uma atriz em decadência e amante de Marty, e Odessa A’zion, interpretando a já citada, amiga de infância e mãe do filho do protagonista.

Josh Safdie está à frente da direção e roteiro e consegue equilibrar bem o ritmo das cenas, valorizando a energia de Chalamet. O final combina com toda a proposta do filme, uma trajetória imperfeita, real, sem a glamourização da vitória como é comum em obras que retratam atletas.

Todo esse cenário proporciona ao jovem ator a possibilidade de uma interpretação cheia de camadas e mostra toda a polivalência do astro. Além disso, temos uma direção dinâmica e uma ambientação que emula de forma precisa a década de 1950. Com tantos pontos positivos, as indicações ao Oscar já eram esperadas.

No Brasil, a produção é distribuída pela Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina. As exibições iniciam nesta quinta-feira, curiosamente no mesmo dia em que foram anunciadas as indicações do longa. Os brasileiros terão a oportunidade de conferir toda a jornada de Marty pela glória do esporte e de acompanhar a corrida de Timothée Chalamet pelo Oscar.

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