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Saneamento Básico, o filme: longa ganha visibilidade após Globo de Ouro e Oscar

Saneamento Básico, o Filme (2007) voltou ao centro das conversas culturais no Brasil no início de 2026. O longa foi impulsionado por um momento histórico vivido por seu elenco no cenário internacional.

Em primeiro lugar, o ressurgimento do filme está diretamente ligado às conquistas recentes de seus protagonistas. A vitória de Wagner Moura no Globo de Ouro por O Agente Secreto, somada à sua indicação ao Oscar, além da trajetória premiada de Fernanda Torres com Ainda Estou Aqui, no ano passado.

Saneamento Básico, o filme

De volta aos holofotes

Além do impacto digital, o interesse se refletiu rapidamente no circuito exibidor. O filme retornou aos cinemas em 46 salas distribuídas por 18 estados brasileiros e, ao mesmo tempo, manteve-se disponível no catálogo da HBO Max. A exemplo: Porto Alegre, capital gaúcha, exibirá o longa no próximo domingo (25) – veja aqui.

Nas redes sociais, os próprios atores reforçaram esse movimento de revalorização. Fernanda Torres destacou que o longa foi um dos filmes que mais gostou de fazer, elogiando o texto e a direção de Jorge Furtado. Já Wagner Moura definiu a obra como uma das comédias mais inteligentes e divertidas de sua carreira, reacendendo a curiosidade de um público que, em muitos casos, não havia assistido ao filme em sua estreia.

Enquanto isso, Jorge Furtado também passou a observar o fenômeno de perto. Em seu perfil no Letterboxd, o diretor comentou o crescimento expressivo de críticas e análises publicadas por usuários estrangeiros e por brasileiros que revisitaram o filme quase duas décadas depois. Esse novo interesse dialoga diretamente com o momento de maior visibilidade global do cinema nacional, impulsionado pelas premiações e indicações recentes.

Sinopse do filme

Na história, Saneamento Básico, o Filme, acompanha os moradores da fictícia Linha Cristal, que enfrentam um problema elementar de infraestrutura. Sem recursos para resolver uma fossa a céu aberto, a comunidade descobre que a prefeitura só dispõe de verba para a produção de um filme. Diante disso, Marina, personagem de Fernanda Torres, propõe criar uma ficção sobre um monstro que vive no esgoto, usando o projeto cinematográfico como meio para viabilizar a obra real de saneamento. Assim, o que começa como uma solução burocrática se transforma em uma reflexão bem-humorada sobre política, cinema e sobrevivência coletiva.

Por fim, rever o longa hoje também evidencia a força de um elenco que reúne alguns dos nomes mais relevantes da dramaturgia brasileira, como Camila Pitanga, Lázaro Ramos e Paulo José. Nesse novo contexto, a atuação de Wagner Moura como Joaquim, o improvável monstro da trama, ganha leituras renovadas à luz de sua consagração internacional e de sua indicação ao Oscar, consolidando o filme como uma obra que atravessou o tempo e encontrou um novo público.

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