Viagem no tempo pode negar experiências do primeiro título
Em entrevista ao portal Wccftech, o diretor de Code Vein II, Hiroshi Yoshimura, explicou por que os eventos do jogo não acontecem no mesmo mundo de Code Vein (2019). Para ele, a mecânica de viagem no tempo poderia “negar as vidas das personagens do jogo anterior, e as histórias que os jogadores experienciaram eles mesmos”.
No ping-pong publicado nesta terça-feira, 13, Yoshimura afirmou que “se os jogadores tivessem a experiência de retornar ao passado e alterá-lo, e então encontrassem o ponto de continuação do jogo anterior, talvez sentiriam vontade de intervir naquele mundo também”.
Apesar de não ter uma conexão direta com o título que vendeu mais de três milhões de cópias mundialmente em 2023, Code Vein II carrega consigo o número 2 — como se fosse uma continuação — pois possui o conceito principal da marca Code Vein, que é “ação desafiadora e focada na exploração, ao lado de um personagem parceiro”, de acordo com o diretor.
Também entrevistado, o produtor do videogame, Keita Iizuka, informou que haverá múltiplos finais que são baseados nas escolhas que os jogadores fazem ao longo da jornada.
No trailer de nove minutos publicado no início desta semana pela desenvolvedora Bandai Namco, duas novas mecânicas foram introduzidas, sendo elas Assimilação e Oferenda Restauradora. Na primeira, o protagonista e o seu parceiro se tornam um, aumentando os status do jogador em combates solo. Já na segunda, caso ainda vivo, o companheiro é sacrificado para restaurar a vida do jogador.
A demonstração de criação de personagem estará disponível na próxima quinta-feira, 22, para PC, este via Steam, e na próxima sexta-feira, 23, para PlayStation 5 e Xbox Series X/S. O jogo será lançado em 30 de janeiro para essas mesmas plataformas.
Code Vein II foi anunciado durante o Summer Game Fest, em junho.