Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Resident Evil: relembre a jornada do horror biológico e se prepare para o Requiem

Quando a Resident Evil foi lançado pela Capcom em 1996, poucos imaginavam que aquela história ambientada em uma mansão isolada daria origem a uma das franquias de terror mais amadas dos videogames. Ao longo de três décadas, a franquia expandiu sua narrativa de um surto local para uma crise global envolvendo corporações, governos e organizações terroristas.

Tudo começa nos arredores de Raccoon City, quando os membros da equipe S.T.A.R.S., incluindo Chris Redfield e Jill Valentine, investigam assassinatos misteriosos e descobrem a existência do vírus-T, uma arma biológica desenvolvida pela Umbrella Corporation. O experimento sai do controle, transformando humanos e animais em criaturas grotescas.

A situação atinge o ápice em Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis, quando o vírus se espalha por Raccoon City. Os protagonistas Leon S. Kennedy, Claire Redfield e a veterana Jill Valentine enfrentam não apenas zumbis, mas também armas biológicas como o temido Nemesis. Incapaz de conter o surto, o governo dos Estados Unidos decide destruir a cidade com um míssil, apagando as evidências, e milhares de vidas.

Com a queda da Umbrella, a série muda de rumo em Resident Evil 4. Leon retorna como um agente do governo estadunidense recrutado para resgatar a filha do presidente dos EUA em uma vila remota no sul da Espanha, e acaba enfrentando o culto chamado Los Iluminados, responsável por disseminar o parasita Las Plagas. O foco deixa de ser apenas acidentes laboratoriais e passa a abordar o bioterrorismo internacional.

Essa escalada se intensifica em Resident Evil 5, que conclui o arco de Albert Wesker, ex-membro da S.T.A.R.S. e um dos principais antagonistas da saga, através dos protagonistas Chris Redfield e Sheva Alomar. Já Resident Evil 6 amplia ainda mais o escopo, com múltiplas campanhas mostrando ataques bioterroristas simultâneos ao redor do mundo, e culminando com uma verdadeira batalha campal na China, juntando Leon, Chris e a agora adulta Sherry Birkin e Jake Muller, filho de Albert Wesker.

A grande reinvenção, no entanto, veio com Resident Evil 7: Biohazard. Abandonando o excesso de ação e adotando a perspectiva em primeira pessoa, o jogo introduziu Ethan Winters, um protagonista civil em busca da esposa desaparecida, Mia Winters. Ambientado em uma propriedade decadente na Louisiana, o título resgatou o horror claustrofóbico da franquia, mas com uma nova base biológica: o Mofo (Mold), um fungo mutagênico capaz de regenerar tecidos, controlar mentes e criar criaturas conhecidas como Molded.

A responsável pela tragédia da família Baker é Eveline, uma arma biológica criada pela organização criminosa The Connections. Diferente dos surtos anteriores, aqui a infecção não se espalha por acidente em massa, mas por infiltração silenciosa e manipulação psicológica. O jogo também redefine o papel de Chris Redfield, agora atuando em operações especiais contra ameaças bioterroristas fora do radar público.

Essa nova mitologia se expande em Resident Evil Village. Ambientado em uma vila isolada no Leste Europeu, o jogo conecta o Mofo a uma origem ainda mais antiga por meio do Megamiceto, um organismo ancestral que funciona como núcleo biológico da infecção. Ethan retorna, agora tentando resgatar sua filha Rosemary, sequestrada por Mother Miranda, cientista que conduziu experimentos por décadas em busca de reviver a própria filha, sendo também mentora de Oswell E. Spencer, fundador da Umbrella Corporation.

Resident Evil Village amplia o escopo da narrativa ao revelar que a própria condição de Ethan está diretamente ligada ao Mofo, em uma reviravolta que redefine sua humanidade e culmina em um sacrifício decisivo. O jogo também reforça a atuação de Chris Redfield em um cenário global cada vez mais fragmentado, onde ameaças biológicas não são mais monopólio de uma única corporação.

Com Resident Evil Requiem chegando no próximo dia 27 de fevereiro, a expectativa é que a Capcom explore as consequências deixadas em Resident Evil Village, especialmente o legado de Rosemary e o impacto do Megamiceto no mundo, além de retornar a destruída Raccoon City 30 anos depois. Se a história da franquia ensinou algo desde 1996, é que cada nova arma biológica carrega ecos do passado, e em Resident Evil, o verdadeiro terror sempre nasce da tentativa humana de controlar o incontrolável.

Para mais notícias relacionadas a Resident Evil e outras matérias de cultura pop, acesse a página principal da Black Company!

Apoie o nosso Projeto através da chave pix: contato@theblackcompany.com.br
ou com QR Code abaixo:
upload de bloco de imagem

Siga a Black nas redes sociais: https://beacons.ai/blackcompanybr

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *