A Dior, casa de moda francesa fundada pelo estilista Christian Dior, lançou produtos baseados na literatura mundial. A coleção intitulada Book Cover é de responsabilidade de Jonathan Anderson.



Os defensores da moda afirmam que as grandes tendências mundiais nascem de ideologias, outros argumentam que a vida é que inspira os estilistas. Em ambos os casos, a moda e literatura unem-se em uma nova coleção. A casa de moda Dior lançou em janeiro deste ano, artigos de luxo baseados em grandes obras literárias.
A bolsa Dior Book Tote, da Maison, foi reimaginada pelo Diretor Criativo Jonathan Anderson. O artista prestou essa homenagem à literatura clássica, remodelando as novas bolsas tote na coleção Book Cover, as quais são estampadas com as capas das primeiras edições de livros clássicos dos séculos XIX e XX. O ensaio fotográfico foi realizado por Angèle Châtenet, a qual capturou escritores, livreiros e amantes da literatura em uma variedade de cenários parisienses, as margens do rio Sena.

Mas não só as bolsas tote ganharam essa versão, a coleção também bordou as clutches pochette, carteiras e peças prêt-à-porter. As bolsas tote apresentam três tamanhos (grande, médio e mini), exibindo o savoir-faire dos ateliês da Maison. A peça promete praticidade aliada a ludicidade de sua estampa. A confecção ainda oferece um fecho magnético na bolsa em tamanho maior, sugerindo mais segurança aos pertences em seu interior. Já as versões média e mini possuem a alça do ombro removível e ajustável, permitindo maior liberdade de uso aos consumidores. As peças da Book Cover possuem o logotipo “Dior” bordado delicadamente na parte frontal.
Aos interessados ou curiosos, os preços dos artigos variam entre R$3.000,00 e R$32.000,00. A principal estampa com capa literária é do gótico “Drácula” de Bram Stoker. Também foram utilizados os livros “Ulisses” de James Joyce, “A Sangue Frio” de Truman Capote, “Madame Bovary” de Gustave Flaubert, “Bom dia, Tristeza” de Françoise Sagan, “As Ligações Perigosas” de Choderlos de Laclos e “As Flores do Mal”, de Charles Baudelaire.

Sobre book stylist e performative reading, confira: O uso dos livros como performance estética.
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