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Dime tu nombre: Terror espanhol que mistura tensão e mistério

Localizado em 1997, na Espanha rural, o novo filme de Hugo Stuven, Dime tu nombre, mistura drama social e terror sobrenatural. A história acompanha Río Blanco, uma vila de colheita de morangos, que recebe trabalhadores sazonais marroquinos em Fuensanta, uma aldeia abandonada. No início, a convivência parece pacífica, mas logo surgem conflitos inesperados.

Premissa e tensões latentes

A trama mostra como a chegada desses trabalhadores desencadeia tensões: Sonia, líder de uma ONG de integração, o padre Ángel e até o imã Safir tentam gerir o convívio. Mas Fuensanta guarda segredos — “as fundações escondem algo capaz de liberar os piores pesadelos, a dor mais antiga, o medo ancestral”, diz o press-kit. A descrição promete: “Independentemente das suas crenças… ou de quem você reza.”

Por que vale acompanhar

  • O elenco reúne nomes fortes como Michelle Jenner, Darío Grandinetti e Younes Bouab — atores com credenciais que trazem peso à narrativa.
  • A produção é internacional: a co-produção entre Espotlight Media e Skybound Entertainment reúne talentos e uma ambição de alcance global (“Country Availability: Worldwide”).
  • O filme aborda temas urgentes como migração sazonal, integração e conflito cultural, numa ambientação de terror que vai além do jump-scare. Por exemplo, reportagens anteriores mostram as condições difíceis de trabalhadores marroquinos sazonais na Espanha, com relatos de sobre­exploração e marginalização.
  • O diretor tem trajetória interessante: Hugo Stuven fez documentários e filmes que misturam realidade e ficção.

O que esperar — e como absorver melhor

A história se passa em 1997, em uma vila agrícola espanhola, e cria uma sensação de isolamento e vulnerabilidade. Por isso, os cenários rurais e a tensão social se tornam centrais na narrativa. Além disso, os personagens trazem camadas importantes à trama. Sonia lidera a ONG, o padre Ángel representa a moral e o imã Safir mostra outra visão de fé. Assim, o filme explora diferentes perspectivas sobre integração e culpa.

O mistério ancestral também ganha destaque. A frase “a dor mais antiga, o medo ancestral” indica que o terror vai além do conflito humano. Ele se conecta a algo mais profundo, ligado à terra, às raízes ou às crenças locais. Apesar de ser um filme de horror, o enredo aborda temas relevantes. A presença de trabalhadores migrantes e a relação com a comunidade anfitriã convidam à reflexão, e não apenas ao entretenimento.

Portanto, vale assistir com atenção à ambientação. As paisagens, os silêncios e os detalhes revelam tanto o drama humano quanto o suspense sobrenatural. No final, surge uma pergunta inquietante: o que é mais assustador — o mistério antigo ou os conflitos humanos que o cercam?

Um terror que mistura suspense, sociedade e psicologia

Este filme se apresenta como uma obra híbrida: por um lado, é suspense; por outro, funciona como comentário social e ainda incorpora elementos de horror psicológico. Além disso, ele convida o espectador a refletir sobre os medos humanos — de pertencimento, de identidade e de fé — enquanto enfrenta o inexplicável. Portanto, se você gosta de terror que vai além do óbvio e de histórias que provocam inquietação e pensamento, este lançamento definitivamente merece atenção.

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