George R.R. Martin abriu seu baú secreto e entregou 12 histórias inéditas de Dunk e Egg ao novo prelúdio da HBO. Sim, doze. Assim, O Cavaleiro dos Sete Reinos nasce com muitas ideias novas. Nada de dragões, feitiços ou massacres épicos. Em vez disso, acompanhamos um cavaleiro quebrado e um escudeiro esperto tentando sobreviver em Westeros.

Dunk e Egg: menos guerras e mais coração
A série segue Ser Duncan, o Alto, e o jovem Egg durante um torneio de justas. Porém, o foco não está na violência gratuita. Pelo contrário, a narrativa aposta em diálogos afiados, relações improváveis e crescimento pessoal. O tom é mais leve, quase provocador, e lembra por que esse universo funciona além do caos político.

Ira Parker assume como showrunner e dá novo direcionamento
Ira Parker, veterano de House of the Dragon, não precisou disputar o cargo. A HBO simplesmente entregou a direção da série. Ele optou por seis episódios curtos, diretos e sem enrolação narrativa. Assim, a adaptação respeita os originais e evita alongamentos artificiais. George aprovou cada passo e criticou quando achou necessário.

George R.R. Martin ainda controla o jogo
Martin acompanhou tudo de perto. Leu roteiros, sugeriu ajustes e compartilhou segredos do futuro de Dunk e Egg. Embora só existam três contos publicados, o autor revelou mais 12 histórias canônicas. Isso garante fôlego criativo e evita o trauma de ultrapassar os livros, como ocorreu na série original.

O futuro de Westeros
A HBO planeja adaptar apenas os três contos. Parker, porém, sonha alto. Ele imagina temporadas espaçadas, acompanhando os personagens ao longo da vida. Uma antologia viva, sem pressa e sem pirotecnia. Talvez seja isso que Game of Thrones sempre precisou: menos tronos, mais pessoas.