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HBO divulga trailer de “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”.

A nova série baseada no podcast “Praia dos Ossos”, protagonizada por Marjorie Estiano estreia amanhã, dia 13 de novembro. Dirigida por Andrucha Waddington(também diretor de Chacrinha: o velho guerreiro), a produção de seis episódios estreia na quinta-feira, no canal e plataforma de streaming HBO. 

A série parte do conhecido e renomado podcast Praia dos Ossos, que revisita a história de Ângela Diniz, uma mulher que, por sua grande liberdade e autonomia se viu desafiando os padrões impostos às mulheres e por isto, foi brutalmente punida. Seu último relacionamento resultou em sua morte pelo seu namorado, Doca Street que ceifou sua vida com quatro tiros à queima-roupa sob a justificativa de “legítima defesa da honra”, um caso que impulsionou movimentos feministas por todo o país.

No trailer é possível observar a três fases da vida da socialite mineira que serão abordadas na série, com cenas que vão desde seu primeiro casamento até o julgamento realizado após as investigações do crime. O conteúdo também dá ênfase na relação próxima de Ângela com a mãe, o período marcado por festas e celebrações após o divorcio de seu primeiro marido e o início do relacionamento que, anos após, seria entre a vítima e seu assassino. Confira abaixo o trailer da obra e prepare-se para uma série que irá cativar todos os espectadores!

E para preparar-se ainda mais, confira a sinopse que conta um pouco mais sobre a série!: Ângela Diniz: Assassinada e Condenada conta a história emblemática do assassinato à queima roupa da socialite Ângela Diniz pelo namorado Doca Street. Figura conhecida da alta sociedade mineira dos anos 70, Ângela Diniz foi uma mulher de espírito livre. O julgamento controverso de sua morte foi um dos mais emblemáticos e midiáticos do país, já que, de inúmeras reviravoltas, resultou, num primeiro momento, na liberdade e na inocência do playboy Doca Street. Utilizando a tese da legítima defesa da honra, a defesa do criminoso e acusado transformou Ângela em culpada pela própria morte, revoltando a opinião pública, principalmente de integrantes dos movimentos feministas da época.

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