A série israelense da Apple TV+, Teerã, estreia internacionalmente sua terceira temporada, que traz como principal novidade a incorporação do ator Hugh Laurie (House) ao elenco. Ele interpreta Eric Peterson, um inspetor nuclear sul-africano que passa a ter papel central na trama. A nova temporada conta com oito episódios, lançados semanalmente, com exclusividade no Apple TV+.

O que esperar da terceira temporada de Teerã
Na nova fase, a protagonista Tamar Rabinyan (Niv Sultan) fica à margem de sua organização após os acontecimentos do final da segunda temporada. Sozinha e cercada de inimigos, ela passa a agir por conta própria em Teerã.
Sem um caminho claro, Tamar precisa encontrar uma forma de sobreviver, proteger sua identidade e reconquistar a confiança do Mossad, que agora a enxerga como um problema interno e uma ameaça difícil de controlar.
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Uma fase com novos personagens, alta tensão e perigo constante
A temporada apresenta novos personagens importantes, entre eles Eric Peterson, um inspetor nuclear da África do Sul, cuja presença adiciona um novo nível de intriga política à narrativa.
Com isso, a história passa a abordar questões de segurança global, indo além dos conflitos pessoais de Tamar, vivida por Niv Sultan (Eilat). A série mantém sua identidade como um thriller de espionagem intenso, combinado a um forte drama emocional, com a protagonista enfrentando traições, aparências enganosas e alianças incertas, enquanto tenta descobrir em quem pode realmente confiar.

Produção e distribuição
Teerã é uma coprodução entre o Apple TV+ e a emissora pública israelense KAN 11. A direção principal é de Daniel Syrkin (Terra da Máfia), enquanto o roteiro é assinado por Tony Saint, Simon Allen e Lee Gilat.
Dados-chave das temporadas 1 e 2
Na primeira temporada, a jovem agente do Mossad especializada em hacking é enviada em uma missão a Teerã, sua cidade natal. No entanto, a operação dá errado, ela fica presa no país e acaba se conectando com ativistas locais contrários ao regime.
Já na segunda temporada, Tamar se envolve ainda mais profundamente em Teerã, operando com maior autonomia e começando a questionar os métodos da própria agência, assim como o custo humano das operações de espionagem.
O ciclo se encerra com uma ruptura decisiva entre Tamar e o Mossad, deixando a protagonista isolada e extremamente vulnerável.