O novo Resident Evil chegou cercado de expectativas. Agora, as primeiras reações começam a pintar um cenário ainda mais interessante para os fãs de terror.
Dirigido por Zach Cregger, responsável por Barbarian (Noites Brutais) e Weapons (A Hora do Mal), o reboot aposta em uma história inédita dentro do universo da franquia. Porém, isso não impediu o diretor de apostar pesado no terror, no humor e na violência gráfica.
As primeiras impressões da imprensa especializada, divulgadas após uma sessão no festival Fantastic Fest, são bastante positivas. Além disso, alguns críticos já colocam o longa entre as melhores adaptações de videogames para o cinema.
Um Resident Evil violento e divertido

Segundo as primeiras reações, Cregger conseguiu transformar elementos clássicos dos jogos em um espetáculo de terror para as telonas.
O filme combina suspense constante, criaturas perturbadoras, ação e bastante sangue. Afinal, estamos falando de Resident Evil. qualquer coisas diferente disso seria uma afronta ao histórico da franquia.
Críticos também destacaram o ritmo acelerado da produção. A história começa com intensidade e mantém a pressão durante boa parte da experiência.
Além disso, o humor aparece em momentos estratégicos. Assim, o filme tenta equilibrar tensão e diversão sem abandonar sua identidade de terror.
Algumas reações chegaram a chamar o longa de uma das melhores adaptações de videogames já produzidas. Outras destacaram a fidelidade à sensação de sobrevivência presente nos jogos.
Austin Abrams ganha destaque

Austin Abrams assume o protagonismo da nova história como um mensageiro médico envolvido em um surto zumbi.
Durante uma entrega para o Hospital Geral de Raccoon City, seu personagem acaba enfrentando uma situação muito maior do que poderia imaginar.
As primeiras impressões também elogiaram o trabalho do ator. Críticos destacaram especialmente seu carisma e o desempenho em situações de perigo.
O protagonista, portanto, não surge como o típico herói preparado para enfrentar hordas de zumbis. Pelo contrário, ele parece ser um sujeito comum tentando sobreviver.
Essa escolha pode ajudar o filme a criar uma conexão diferente com o público. Afinal, poucos espectadores se imaginam enfrentando criaturas com uma espingarda.
Uma história nova em Raccoon City

Uma das decisões mais curiosas de Zach Cregger foi deixar de lado personagens conhecidos dos jogos.
Leon S. Kennedy e Jill Valentine, por exemplo, não aparecem na nova produção. Cregger preferiu criar uma história original ambientada no universo de Resident Evil.
A escolha dividiu os fãs antes mesmo da estreia. O próprio diretor reconheceu posteriormente que foi ingênuo ao imaginar que poderia apresentar uma história inédita dentro de uma franquia tão conhecida sem enfrentar resistência.
Ainda assim, a proposta permite que o filme construa novos personagens e explore Raccoon City por outro ponto de vista.
O roteiro foi escrito por Cregger e Shay Hatten. O elenco também conta com Zach Cherry, Kali Reis e Paul Walter Hauser.
O novo capítulo da franquia

A franquia cinematográfica de Resident Evil já possui uma longa trajetória.
A primeira série de filmes começou em 2002, com Milla Jovovich e Michelle Rodriguez. Ao longo dos anos, a produção ganhou cinco continuações protagonizadas por Jovovich.
Em 2021, Johannes Roberts comandou Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City, tentando aproximar novamente o cinema da atmosfera dos games.
Agora, Zach Cregger assume a responsabilidade de apresentar uma nova interpretação da franquia.
As primeiras reações indicam que o resultado pode agradar tanto quem busca terror quanto quem espera uma adaptação mais próxima da experiência dos videogames.
O novo Resident Evil chega aos cinemas em 18 de setembro, pela Sony Pictures.
Por enquanto, as críticas completas seguem sob embargo. Portanto, será preciso esperar pelas avaliações definitivas para descobrir se todo esse entusiasmo sobrevive ao primeiro contato com o público.