A proximidade da Copa do Mundo FIFA de 2026 já começa a aquecer o interesse dos fãs do tradicional esporte bretão, e isso se reflete também no universo dos videogames. Com musiquinha da seleção Brasileira já na nossa cabeça, diferentes títulos ganham espaço ao oferecer experiências variadas, que vão da simulação realista à gestão tática e até à nostalgia dos clássicos.
Entre as opções mais populares, EA Sports FC 26 segue como referência para quem busca realismo dentro de campo. O jogo aposta em licenças oficiais, modos competitivos e apresentação próxima das transmissões esportivas, mantendo sua posição como uma das experiências mais completas do gênero. E também conta com o já tradicional modo Ultimate Team, onde ao mesmo tempo você pode montar o seu time dos sonhos, e ter a dopamina de abrir pacotinhos dentro do jogo e talvez tirar aquele jogador que você tanto deseja.
Já eFootball, da Konami, ocupa um espaço diferente ao adotar o modelo gratuito e focado em atualizações constantes. Com eventos sazonais e ajustes frequentes de jogabilidade, o título se mantém como alternativa acessível, especialmente para quem prefere competir online sem investimento inicial.
Fora das quatro linhas, Football Manager 26 representa o lado mais estratégico do futebol digital. No jogo, o controle está na prancheta: escalações, contratações e decisões táticas fazem parte de uma experiência aprofundada, voltada para quem gosta de entender o esporte além da execução em campo.

É nesse ponto que entra o fator nostalgia com Elifoot. Clássico entre os jogadores brasileiros, o título marcou gerações ao oferecer uma versão simplificada, mas extremamente envolvente, da gestão de clubes. Mesmo com limitações técnicas, sua proposta direta e acessível ajudou a popularizar esse estilo de jogo no país. Embora o Brasfoot tenha ganhado força como alternativa nacional, o Elifoot é considerado o “pai dos managers” e permanece com uma base de fãs fiel.
Mas o futebol nos games também abre espaço para experiências menos convencionais. Rematch surge como uma alternativa mais descontraída e fora da curva, apostando em partidas rápidas e abordagem quase arcade, ideal para quem quer algo mais leve e competitivo sem compromisso com simulação.
E, se a ideia for sair ainda mais da caixa, o futebol pode até cruzar com outros gêneros. Um exemplo curioso é a presença do astro do futebol Cristiano Ronaldo como personagem jogável em Fatal Fury: City of Wolves, uma combinação improvável que mostra como o esporte pode aparecer nos videogames de formas inesperadas.
Com a Copa do Mundo se aproximando, o interesse pelo futebol tende a crescer ainda mais. E, nos videogames, isso se traduz em múltiplas possibilidades: do realismo à estratégia, da nostalgia às experiências mais inusitadas, todas conectadas pela mesma paixão pelo esporte.
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