O filme Antártida foi escolhido para abrir oficialmente o Festival de Gramado 2026. Exibido hors-concours, o novo longa de Bruno Safadi marca o início da 54ª edição do evento e chega cercado de expectativa por reunir um elenco estrelado e uma trama de suspense ambientada em um dos lugares mais inóspitos do planeta.

Suspense em uma base brasileira na Antártida
A história acompanha uma equipe de cientistas e militares instalada em uma base brasileira na Antártida. Depois que um episódio de violência transforma todos os homens da estação em suspeitos, a subcomandante Elisabeth assume a investigação em meio ao isolamento extremo e às condições hostis do continente gelado. O mistério cresce à medida que a confiança entre os integrantes da missão começa a ruir.
Elenco reúne grandes nomes
O elenco é liderado por Andrea Beltrão e conta ainda com Marina Ruy Barbosa, Leandra Leal, Lázaro Ramos, Antonio Calloni e João Vitor Silva. O roteiro é assinado por Claudia Jouvin, enquanto a direção fica por conta de Bruno Safadi. A produção é do Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo em coprodução com a TV Globo, com distribuição da Paris Filmes.

Filme de abertura de Gramado
Embora não participe da disputa pelo Kikito, Antártida terá um dos principais espaços da programação ao abrir oficialmente o Festival de Gramado 2026. A escolha reforça a aposta do evento em produções nacionais de grande escala e destaca um thriller psicológico que combina investigação criminal, tensão e sobrevivência em um cenário de extremo isolamento. A estreia nos cinemas brasileiros está prevista para 17 de setembro.
Produção recriou a Antártida em estúdio
Apesar de a história se passar na Antártida, as gravações de Antártida aconteceram majoritariamente nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. A equipe construiu cenários que reproduzem a Estação Antártica Comandante Ferraz e utilizou efeitos visuais, neve artificial e tecnologia de produção para recriar as condições extremas do continente gelado. A escolha permitiu maior controle sobre as filmagens e garantiu segurança ao elenco e à equipe, sem abrir mão da atmosfera de isolamento e tensão proposta pela narrativa.
Além dos cenários físicos, a produção combinou efeitos práticos e computação gráfica para ampliar a sensação de imensidão e hostilidade do ambiente antártico, transformando o estúdio em um dos elementos centrais para a construção visual do suspense dirigido por Bruno Safadi.

