A nova série de comédia de ação da Netflix, The Fixers, que estreia em setembro no streaming, retrata a história de uma organização criminosa com moralidade ambígua, sem limites ou preocupação com as leis.
A grande sacada da série é trazer um submundo construído comi base na cultura dos tradicionais templos de Taiwan. No caso, o templo Ching He serve como a base principal do grupo, os “fixers” (resolvedores).
The Fixers traz à tona a tradicional cultura dos templos de Taiwan
Uma das principais sacadas de The Fixers é o submundo construído em meio aos representações dos templos tradicionais de Taiwan. A base do grupo, por exemplo, se estabelece em um templo chamado Ching He.
A história principal da série gira em torno de Felix Chiang (Christopher Lee), um gangster, cobrador de dívidas, que é pego trapaceando em um casino subterrâneo.

Tentando deixar o mundo do crime de lado, Chiang é puxado ainda mais para o fundo quando é recrutado para se tornar um Fixer (resolvedor). Ele se vê parceiro de Louis Hsueh (Shou Lou), um herdeiro político arrogante, e logo eles se tornam parceiros inseparáveis enquanto cumprem missões que entram em uma linha tênue entre crime, poder e a lei.
Em um dado momento, uma terceira Fixer se junta ao grupo: Mina Shen (Regina Lei), que inicia sua trajetória no time após uma briga com Hsueh no elevador.

Enquanto eles tentam se ajustar para cumprir os combinados, o templo rival, Yeh Yueh Tong, junta forças com outras facções para destruir Ching He.
O diretor Hung Tzu-hsuan espera que o público acredite de verdade que esse universo escondido pode existir. “Depois de assistir The Fixers, eu espero que os espectadores se veja procurando uma entrada secreta para o Ching He quando visitarem um tempo, pensando se aqueles incensos podem trazer alguém para ajudar com seus problemas.”
O submundo de The Fixers chega à Netflix no dia 17 de setembro.
Para mais novidades sobre séries e TV, continue acompanhando os conteúdos da Black.