Um questionário enviado apenas a um número restrito de membros da comunidade revelou a intenção da Halo Studios em produzir remakes de Halo 2 e 3 para fortalecer o pós-lançamento de Halo: Campaign Evolved. De acordo com o jornalista Rebs, a ideia era tratada dentro do estúdio como “Project Mahini“, com o terceiro título sendo o foco principal. Para o 2, jogadores foram perguntados sobre a importância do uso de duas armas ao mesmo tempo, a inclusão de um componente multijogador mantendo a jogabilidade clássica, ter uma playlist completa de multijogador no lançamento, adicionar Firefight, reutilizar as cinemáticas de Halo 2: Anniversary e introduzir missões bônus.
Segundo o retorno coletado, o reuso de cenas feitas pelo Blur Studio foi rejeitado por contrastar bastante com as cinemáticas de Campaign Evolved. O uso de duas armas, a playlist e a preservação da jogabilidade clássica foram considerados essenciais. A intenção do estúdio era utilizar o aprendizado com os remakes do 1 e 2 para que terceiro fosse muito mais ambicioso.
Com problemas constantes de desenvolvimento, porém, a Halo Studios se limitou ao remake do jogo original. Contratações temporárias e terceirizadas levaram o estúdio a reformular muito do material produzido, já que estúdios externos tinham dificuldade para cumprir prazos e trabalhar com o motor gráfico da Slipspace. Campaign Evolved foi muito criticado pela falta de qualidade em seu pouco conteúdo novo e necessidade de existência, considerando que a Master Chief Collection já reimaginava totalmente os gráficos de 2003.
Em setembro, a Activision comunicou que assumiria a liderança da franquia Halo, com a antiga 343i se tornando um estúdio de suporte impacto por demissões severas. A Rare, à frente de Sea of Thieves há quase uma década, também entrou no guarda-chuva. A falta de sucesso de Forza Motorsport levou a Turn 10 à se fundir com a Playground Games, desenvolvedores de Forza Horizon e o remake de Fable.
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